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A Nação que queremos

Os participantes centraram as pautas na consolidação da construção de um programa mínimo

Durante os intensos debates realizados por quatro grupos, que se dividiram para debater os seguintes eixos; Defesa dos direitos dos trabalhadores e os direitos sociais; Defesa da democracia e por outra política econômica; Soberania Nacional e o processo de integração latino-americano, percebeu-se a grande convergência dos milhares de conferencistas em torno da importância da Frente Brasil Popular para consolidar a democracia e barrar os retrocessos.

Os participantes centraram as pautas na consolidação da construção de um programa mínimo de convergência social para barrar o espectro do neoliberalismo que ronda economia global. Nas análises pode se perceber que em todos há unidade na concepção de que a crise do capitalismo é fruto da lógica de expropriação e acumulação desenfreada das classes sociais hegemônicas. Bem como que a crise política é uma das faces desta grande saga para manter os altos e significativos lucros dos setores dominantes.

O conjunto de participantes acredita que é fundamental construir uma nova política econômica para fortalecer o conjunto das propostas apresentadas na construção da frente.
“Um Brasil com a cara do povo, com justiça, democracia e igualdade”, assim define Tamires Sampaio, 1ª Vice-Presidenta da União Nacional dos Estudantes. Já para Fabio Jorge, do Conselho de Entidades Negras (CONEM), “o papel dos trabalhadores, do povo, das negras e negros é impedir todo retrocesso às conquistas populares e avançar mais e em melhores direitos”.

Um sentimento de grande unidade marca os debates que foram recheados de ponto de vistas distintos, maneiras e métodos de análises distintos que enriqueceram o conjunto da produção dos grupos e eixos temáticos.
Reunindo quase 3 mil conferencistas, a Conferência Popular está sendo o mais produtivo encontro dos movimentos populares e sociais diversos, partidos políticos e militantes da esquerda brasileira para produzir uma grande resposta a agenda que o Brasil realmente deve construir para superar a presente crise.

O senador Lindinberg Farias (PT-RJ) disse que: “ A defesa de uma Frente Popular capaz de apresentar uma alternativa à política econômica do governo Dilma é fundamental, não será possível apresentar esta alternativa se governo seguir com um ministro como Levy que constrói uma política econômica avessa às conquistas históricas da classe trabalhadora”.

O Brasil que queremos não é só o Brasil que podemos ter, mas o Brasil que tivermos coragem de construir, com soberania, democracia e socialismo, este é até o presente o grande grito da presente conferência.